Parece um sonho. Quando que, dez anos antes, imaginaríamos uma situação semelhante à que vou descrever em seguida? Internacional, nosso time do coração, um clube organizado, com grupo de jogadores de extrema qualidade, com um número de sócios que nossa casa sequer pode receber (todos ao mesmo tempo). É fonte de receita, é fidelidade, é tradição. É amor e títulos. E neste domingo, 4 de maio de 2008, mais uma decisão. Não acho que o Juventude seja um rival natural. Mas que existe uma rivalidade formada há cerca de quinze anos, isso não há como negar. E é com muito respeito, contra o representante da serra gaúcha que o nosso grupo de jogadores, verdadeiros operários em plena atividade, vai buscar mais uma taça para rechear nossa rica galeria de conquistas.
Esse breve texto é para conclamar o torcedor? Na verdade, isso não é necessário. Desde segunda-feira passada, já temos a certeza do cenário que vamos encontrar hoje à tarde: Faça chuva ou faça sol, mais de 50.000 colorados vão fazer o Beira-Rio ferver, em busca de mais uma conquista. E a certeza da qualidade e do empenho máximo na busca por mais um título vem da organização de primeiro mundo do Clube do Povo. Isso foi construído com muito trabalho e após muitas derrotas nas quais as diretorias atual e recentes souberam mudar pouco, mas o suficiente. O vermelho do amor e do calor da torcida. O branco, pela paz. A faixa no peito, a taça no armário e a alegria do povo pintando nessas cores as ruas do Rio Grande. Inter único octa-campeão da história. Rumo a mais uma conquista. O maior campeão gaúcho da história. Pra cima deles, meu Inter!
4 de maio de 2008
24 de março de 2008
OFF - Homenagem: Clube Atlético e o Povo Mineiro
Como apaixonado pelo futebol de uma forma geral, não poderia deixar passar em branco a data que se aproxima: 25 de março de 2008.
Cem anos atrás nascia, através da paixão de um povo hospitaleiro, um dos clubes com a mais bela história do futebol brasileiro. Uma história que, além de marcada por inúmeros craques, recordes e títulos, é recheada pela fé e pelo amor de uma torcida apaixonada, que defende o preto e o branco até debaixo d’água.
No futebol, um clube não cresce sem ter uma torcida numerosa e apaixonada. Alguns clubes brasileiros tornaram-se populares mesmo que isso fosse contra suas origens. Tornaram-se populares pelo simples fato de, com o passar dos anos, terem alavancado vitórias e títulos em grande escala. E isso não é demérito. Pelo contrário. Porém, há outros clubes que desde sua criação, carregam no peito a marca do orgulho, da raça e do amor à camiseta. Amor que jamais acabará e que só tende a aumentar. Só quem é apaixonado por um clube coberto de tradição e glórias poderia descrever o sentimento que toma conta de cada fanático ao aproximar-se uma data festiva.
É tempo de recordar. É tempo de torcer. É tempo de vibrar. É tempo de ter esperança em novas vitórias. Novas vitórias e títulos certamente virão. Tudo virá no tempo certo. Tão certo quanto àquele 25 de março de 1908. A data mais importante da história do futebol de Minas Gerais. Foi lá que tudo começou. De lá para cá, alguns grandes tiveram quedas e jamais voltaram aos seus momentos de glória. Outros, por vezes pequenos, ganharam espaço, cresceram e se popularizaram. Porém, somente uma equipe na terra de Tancredo Neves manteve-se sempre grande e tornou-se cada vez maior.
Com menos de três décadas de existência, o clube já era Campeão dos Campeões do Brasil. A nação já podia ouvir o cantar do Galo. O favoritismo dos clubes do eixo Rio-São Paulo era posto a prova. Tudo por conta do alvinegro mineiro. Com menos de cinqüenta anos de vida, era a vez do Atlético encantar a Europa. Já nas últimas décadas, o clube também mostrou seu pioneirismo e tradição, tornando-se o primeiro campeão de um campeonato nacional. O clube teve ainda, tantas outras vezes, brilhantes campanhas que, se não terminaram em troféus, marcaram época. Até nos momentos mais complicados, o Galo mostrou força e valentia, saindo de situações difíceis de forma heróica e brilhante. Sempre amparado, diga-se de passagem, pelo seu fiel torcedor.
Parabéns Clube Atlético Mineiro. É o Clube Atlético e o povo Mineiro, sempre juntos, predestinados a enfrentar as maiores dificuldades impostas pelo futebol. Por vezes, sai vencedor. ‘Vencer, vencer, vencer, este é o nosso ideal’. Outras vezes, sai de cabeça erguida. ‘Lutar, lutar, lutar, com toda nossa raça pra vencer’. Tudo isso por uma fiel e apaixonada torcida. ‘Uma vez até morrer’.
Cem anos atrás nascia, através da paixão de um povo hospitaleiro, um dos clubes com a mais bela história do futebol brasileiro. Uma história que, além de marcada por inúmeros craques, recordes e títulos, é recheada pela fé e pelo amor de uma torcida apaixonada, que defende o preto e o branco até debaixo d’água.
No futebol, um clube não cresce sem ter uma torcida numerosa e apaixonada. Alguns clubes brasileiros tornaram-se populares mesmo que isso fosse contra suas origens. Tornaram-se populares pelo simples fato de, com o passar dos anos, terem alavancado vitórias e títulos em grande escala. E isso não é demérito. Pelo contrário. Porém, há outros clubes que desde sua criação, carregam no peito a marca do orgulho, da raça e do amor à camiseta. Amor que jamais acabará e que só tende a aumentar. Só quem é apaixonado por um clube coberto de tradição e glórias poderia descrever o sentimento que toma conta de cada fanático ao aproximar-se uma data festiva.
É tempo de recordar. É tempo de torcer. É tempo de vibrar. É tempo de ter esperança em novas vitórias. Novas vitórias e títulos certamente virão. Tudo virá no tempo certo. Tão certo quanto àquele 25 de março de 1908. A data mais importante da história do futebol de Minas Gerais. Foi lá que tudo começou. De lá para cá, alguns grandes tiveram quedas e jamais voltaram aos seus momentos de glória. Outros, por vezes pequenos, ganharam espaço, cresceram e se popularizaram. Porém, somente uma equipe na terra de Tancredo Neves manteve-se sempre grande e tornou-se cada vez maior.
Com menos de três décadas de existência, o clube já era Campeão dos Campeões do Brasil. A nação já podia ouvir o cantar do Galo. O favoritismo dos clubes do eixo Rio-São Paulo era posto a prova. Tudo por conta do alvinegro mineiro. Com menos de cinqüenta anos de vida, era a vez do Atlético encantar a Europa. Já nas últimas décadas, o clube também mostrou seu pioneirismo e tradição, tornando-se o primeiro campeão de um campeonato nacional. O clube teve ainda, tantas outras vezes, brilhantes campanhas que, se não terminaram em troféus, marcaram época. Até nos momentos mais complicados, o Galo mostrou força e valentia, saindo de situações difíceis de forma heróica e brilhante. Sempre amparado, diga-se de passagem, pelo seu fiel torcedor.
Parabéns Clube Atlético Mineiro. É o Clube Atlético e o povo Mineiro, sempre juntos, predestinados a enfrentar as maiores dificuldades impostas pelo futebol. Por vezes, sai vencedor. ‘Vencer, vencer, vencer, este é o nosso ideal’. Outras vezes, sai de cabeça erguida. ‘Lutar, lutar, lutar, com toda nossa raça pra vencer’. Tudo isso por uma fiel e apaixonada torcida. ‘Uma vez até morrer’.
16 de dezembro de 2007
Assim como foi em 2006
São exatamente 7 horas da manhã de 16 de Dezembro de 2007. Em pouco mais de três horas conheceremos o novo campeão mundial de clubes. Este ano, infelizmente, o glorioso Internacional, atual campeão, passou longe da disputa. Mas a madrugada de 15 para 16 de Dezembro de 2007, para mim, pessoalmente, foi parecida àquelas madrugadas de Agosto a Dezembro de 2006. É estranha essa sensação, parece que o Inter é que vai estar em campo. Não sei se esse sentimento é meu ou se outros apaixonados colorados também sentem algo parecido nesse momento. Em resumo, nessa noite não consegui pregar os olhos. Foi difícil. Lembranças e mais lembranças. Nas noites de 2006, uma vida inteira da história do Clube do Povo passava como um filme na mente de cada torcedor, nos deixando sem sono e somente pensando na próxima batalha. Nessa madrugada, comigo, não foi diferente. Por qual motivo isso aconteceu?
Daqui a pouco, Boca Juniors e Milan decidem a Copa do Mundo de Clubes de 2007. Vai ser um grande jogo, daqueles que marcarão época e serão lembrados para sempre. Confesso que, como apaixonado pelo futebol, essa é uma daquelas partidas que não quero perder. Quero acompanhar cada minuto. Quero ver os representantes de Buenos Aires e Milão entrando em campo, perfilados, ouvindo ao fundo a bela canção do Hino da Fifa, mesma melodia que em 2006 me fez derramar lágrimas de emoção ao ver um exército trajado de branco entrando no gramado contra o campeão africano e contra o campeão europeu. Desejo ver o troféu de campeão mundial ao lado do gramado sendo objeto de consumo de todos. Cobiçado não só por Milan e Boca. Mas também por River. Internazionale. Internacional. Grêmio. Todos querem. Todos cobiçam. Mas hoje, é o dia do Milan ou do Boca. Esse momento mágico do futebol, 16 de Dezembro de 2007, pertence a eles. Ao final, só um levará a taça. O mais guerreiro e lutador. O mais esperto, o mais matreiro. O melhor. Isso mesmo. O melhor levará a taça para casa. Assim como foi em 2006.
Acho que por isso não consegui dormir esta noite. Em um momento deste, a emoção vêm a tona. Há quase um ano, eu realizava um sonho de criança, assim como milhares de apaixonados que compartilham do mesmo rubro amor. Eu era o campeão. Resta-nos torcer por um grande espetáculo hoje e recordar cada momento mágico vivido um ano atrás. E quem sabe, em breve, derramar novamente lágrimas vendo o colorado entrar em campo, perfilado ao lado de um gigante do futebol europeu, ao som do Hino da Fifa, sofrendo a cada minuto e lutando por mais um título mundial. Assim como fizemos em 2006.
Daqui a pouco, Boca Juniors e Milan decidem a Copa do Mundo de Clubes de 2007. Vai ser um grande jogo, daqueles que marcarão época e serão lembrados para sempre. Confesso que, como apaixonado pelo futebol, essa é uma daquelas partidas que não quero perder. Quero acompanhar cada minuto. Quero ver os representantes de Buenos Aires e Milão entrando em campo, perfilados, ouvindo ao fundo a bela canção do Hino da Fifa, mesma melodia que em 2006 me fez derramar lágrimas de emoção ao ver um exército trajado de branco entrando no gramado contra o campeão africano e contra o campeão europeu. Desejo ver o troféu de campeão mundial ao lado do gramado sendo objeto de consumo de todos. Cobiçado não só por Milan e Boca. Mas também por River. Internazionale. Internacional. Grêmio. Todos querem. Todos cobiçam. Mas hoje, é o dia do Milan ou do Boca. Esse momento mágico do futebol, 16 de Dezembro de 2007, pertence a eles. Ao final, só um levará a taça. O mais guerreiro e lutador. O mais esperto, o mais matreiro. O melhor. Isso mesmo. O melhor levará a taça para casa. Assim como foi em 2006.
Acho que por isso não consegui dormir esta noite. Em um momento deste, a emoção vêm a tona. Há quase um ano, eu realizava um sonho de criança, assim como milhares de apaixonados que compartilham do mesmo rubro amor. Eu era o campeão. Resta-nos torcer por um grande espetáculo hoje e recordar cada momento mágico vivido um ano atrás. E quem sabe, em breve, derramar novamente lágrimas vendo o colorado entrar em campo, perfilado ao lado de um gigante do futebol europeu, ao som do Hino da Fifa, sofrendo a cada minuto e lutando por mais um título mundial. Assim como fizemos em 2006.
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